Logo policia civil logo bombeiros logo policia militar logo policia cientifica CORREGEDORIA GERAL DA SDS logo governo

Mutirões reduzem a espera por cirurgia no SISMEPE

11 de Agosto de 2017

Mutirões reduzem a espera por cirurgia no SISMEPE

Diretoria de Saúde da PMPE deu início aos atendimentos em julho, com uma série de cirurgias ginecológicas. Mais especialidades serão oferecidas em 2017

A espera por cirurgia no Sistema de Saúde dos Militares do Estado de Pernambuco (SISMEPE) está se tornando mais curta graças a uma série de mutirões. A iniciativa começou em julho deste ano, com 51 cirurgias ginecológicas realizadas no Centro Médico Hospitalar (CMH) da PMPE. Mais 49 estão previstas para agosto, totalizando 100 intervenções. Também estão programadas para 2017 operações nas especialidades de oftalmologia, cirurgia geral e ortopedia.

Os mutirões são executados pela Diretoria de Saúde da PMPE, com o apoio da Diretoria de Apoio ao Sistema de Saúde (Dasis), do Centro Médico Hospitalar e do Centro Farmacêutico, beneficiando militares e seus dependentes. Na especialidade de ginecologia, as intervenções foram levadas a cabo pela equipe médica formada pelos Capitães Mariana Nunes, Marieta Galindo e Mauro Aguiar, 1º Tenente Viviane Selva e 2º Tenente Felipe Rocha.

Após o mutirão ginecológico, a expectativa é reduzir o tempo de espera por cirurgias nessa especialidade para uma média de 2 meses. Antes, esse tempo podia chegar a 2 anos. “Essa iniciativa promete melhorar significativamente a qualidade de vida dessas pacientes, as quais, por motivos de saúde, encontravam-se afastadas de suas atividades profissionais. Esse projeto é mais uma vitória para as famílias de militares do Estado de Pernambuco”, ressalta o diretor de Saúde da PMPE, Coronel Sildo Xavier.

Pacientes do interior e da Região Metropolitana estão sendo atendidas. Segundo a Capitão Mariana Nunes, as histeroscopias, histerectomias e os implantes de DIU Mirena são as cirurgias mais comuns no mutirão de ginecologia. “Priorizamos aquelas pacientes que tinham uma pior qualidade de vida por causa de cistos, miomas e pólipos, por exemplo. Muitas tinham hemorragia e anemia, o que lhes afetava no trabalho e até mesmo na vida sexual”, explica.

Marliete Dias, 61 anos, sofria há cerca de seis meses com um cisto que pesava 6kg. Ela conseguiu fazer a cirurgia no CMH na última quinta-feira, 10 de agosto. “Sentia muita dor nas costas e na barriga, que estava inchada demais. Deixei até de ir à academia. Aqui no hospital, o tratamento tem sido ótimo”, conta. Operada um dia antes, Mauricéia Gama, 67, agora deixará de conviver com sangramentos uterinos constantes. “Ela tinha o problema há três anos, mas a família não a levava ao hospital. Há três meses, eu a trouxe ao CMH e logo a cirurgia foi marcada”, revela Georgínia Soares, uma prima da paciente.

ESPECIALIDADES – No dia 7 de agosto, iniciou-se o mutirão de cirurgias oftalmológicas, que beneficiará 63 pacientes com catarata (48 casos) e pterígio, um espessamento da membrana que cobre a região branca do olho (15 casos). Alguns deles esperavam desde outubro de 2016. O objetivo da equipe médica, liderada pelo tenente Bruno, é zerar a lista de espera nos próximos dois meses.

Já o mutirão de cirurgia geral deverá ocorrer em setembro, com 100 intervenções: 50 colecistectomias (retirada da vesícula biliar) e 50 operações de hérnia. A equipe cirúrgica é composta pelos majores Maurilio e Alberto, Capitão Caroline Araújo e os médicos Andréa Interaminense, Marcos Peres e Alessandro Araújo.

Últimas Notícias

  • 20 de Novembro de 2017

  • 20 de Novembro de 2017

  • 17 de Novembro de 2017